quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Vídeo do Dia

Vídeo enviado por Speeder_76 e que demonstra a emoção vivida nas última voltas do Grande Prémio de San Marino de 1982, numa fabulosa batalha entre Didier Pironi, Gilles Villeneuve e Réné Arnoux.




Que tipo de desporto motorizado será o proximo a ser "retratado"? Alguém tem sugestões?

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Mondo Interativo

Um espaço excepcional na internet, criado e mantido por autores de grandes "blogs", nomeadamente sobre o desporto motorizado.
O espaço recebeu o nome de "Mondo Interativo" e desde já merece o meu apoio, pois a criação deste "site" será traduzida no excelente trabalho de quem o criou.
Para quem ainda não consultou o "Mondo Interativo", deixo aqui o endereço (http://mondointerativo.wordpress.com).
Amigos, passem por lá e dêem uma olhadela. Não será tempo perdido, garanto-vos!

O Vídeo do Dia

Este foi enviado pelo amigo Jorge Menezes e, representa a vitória de Emerson Fittipaldi no Grande Prémio do Brasil de 1973.



Aceitam-se propostas para o vídeo do dia de todos aqueles que visitarem o "Mundo aos Rolamentos" e que queiram partilhar momentos do desporto motorizado.
Podem colocar neste artigo as vossas propostas.

Schnaider pode ajudar Spyker

O empresário mostrou-se disponível para "salvar" a equipa.

O dono da Midland, Alex Schnaider, antes de vender a equipa à Spyker admitiu que está disponível para ajudar a formação de Silverstone a ultrapassar os problemas financeiros pelos quais está a passar.


O empresário russo-canadiano vendeu a formação de Fórmula 1 aos holandeses da Spyker no final do ano passado, ainda antes da temporada ter chegado ao fim, mas ainda tem dinheiro investido na estrutura fundada por Eddie Jordan.


Em declarações ao sítio oficial da Fórmula 1, Alex Schnaider deu a entender que espera ver as dívidas saldadas o mais depressa possível e afirmou que: “vamos ajudar a Spyker se nos for pedido” e, em último caso tornar-se credor da estrutura holandesa para viabilizar a sua sobrevivência. “Já salvámos a equipa no passado e somos capazes de o fazer novamente”, adiantou o empresário.

No entanto, Schnaider alertou os responsáveis da Spyker para encontrarem rapidamente um parceiro ou, simplesmente, vender tudo. “Se formos forçados a adquirir a equipa novamente, iremos financiar as operações a curto prazo enquanto procuramos um parceiro comercial”, concluiu.

Mais uma vitória para a colecção de Lamy

"Não há duas sem três". Pedro Lamy e Stephane Sarrazin venceram hoje pela terceira vez no Le Mans Series (LMS) 2007 que até agora só viu os Peugeot 908 HDI FAP venceram à geral.

O piloto português voltou a dar nova prova de classe na quarta etapa do LMS, com 143 voltas percorridas, mais duas que o Pescarolo Judd de Emmanuel Collard e Jean Christophe Boullion e três que o "MGola" de Thomas Erdos e Mike Newton que saiu das Ardenas com o triunfo na categoria LMP2. Dominando praticamente de princípio a fim, Pedro Lamy e o seu companheiro de equipa de equipa, Stéphane Sarrazin, obtiveram o terceiro triunfo consecutivo neste campeonato, confirmando que nesta altura constituem uma das melhores duplas do mundo em provas de resistência.


"Estou muito feliz com esta vitória. Tal como as duas anteriores foi bastante sofrida e quando assim é acaba por saber melhor. Foi óptimo poder ouvir de novo o hino nacional e ver a bandeira portuguesa no lugar mais alto do pódio", começou por referir Pedro Lamy, logo depois da cerimónia do pódio. No circuito belga, largando do segundo lugar da grelha, Lamy não demorou mais do que uma dúzia de voltas para assumir a liderança da corrida, ultrapassando o outro Peugeot 908HDi FAP da dupla Marc Gene e Nicolas Minassian, quando este desistiu com problemas técnicos, não perdendo mais essa condição até à bandeira de xadrez. Mas pelo meio o piloto da Aldeia Galega ainda passou por alguns sustos: "Depois de passar o Gene dilatei a vantagem um pouco e quando recebi o carro para o segundo turno tivemos uma ameaça de problema idêntico ao de Le Mans e que hoje ditou o abandono dos nossos colegas de equipa (sobreaquecimento dos rolamentos das rodas). Como o segundo classificado estava a alguma distância e com os avisos da telemetria optei por reduzir um pouco o ritmo, gerindo o que faltava disputar com muita cautela pois era importante pontuar e reforçar a vantagem no campeonato." A somar a este problema mecânico que felizmente não trouxe mais complicações, Lamy teve ainda na parte final da corrida de lidar com o aparecimento da chuva. Numa jogada táctica que resultou em pleno, o piloto português optou por não mudar de pneus e com isso ganhar mais terreno sobre os seus adversários.


A próxima prova do Le Mans Series disputa-se a 14, 15 e 16 Setembro, com os 1000 Kms de Silverstone, Inglaterra.

McLaren dá a volta à crise! Será?

Conflitos internos parecem estar ultrapassados.

Os recentes conflitos internos na McLaren, desencadeados nos treinos cronometrados do último Grande Prémio da Hungria, forçaram os responsáveis pela escuderia britânica a emitir posições em que se tenta esconder o ambiente de crise latente.


Coube a Martin Withmarsh, director-geral da equipa, e Norbert Haug, director da Mercedes, dar a cara pelo colectivo. “Passámos por alguns desafios únicos na Hungria e a imprensa comentou muito o assunto. Todavia, nada disso afectou a preparação e a motivação de Fernando Alonso e Lewis Hamilton para o Grande Prémio da Turquia [este fim-de-semana]”, lê-se no comunicado da McLaren.

Nesse texto também se faz alusão às dificuldades que esperam a escuderia no futuro próximo. “Todos estão concentrados e focados para as próximas seis corridas, disputadas em dois meses e em três continentes. Será tudo menos um passeio no parque”. Pelos vistos, reina a paz em Woking.


Entretanto, soube-se que a FIA irá analisar, a 19 de Setembro, o recurso interposto pela McLaren relativamente à penalidade infligida à equipa no Grande Prémio da Hungria. Registe-se que, na altura, o organismo que preside este desporto decidiu castigar a formação dirigida por Ron Dennis – não lhe foram atribuídos pontos na corrida – na sequência do incidente das “boxes” em que Fernando Alonso obstou à saída de Lewis Hamilton.

sábado, 18 de agosto de 2007

Circuitos: Brno

Ilustre veterano dos antigos países de Leste, o circuito de Brno possui uma apaixonante história na qual as corridas de motas têm desempenho um papel muito importante. Pertencendo agora à República Checa, este traçado tornou-se uma das referências incontornáveis do Mundial de Velocidade. Realiza-se este fim-de-semana em Brno o Grande Prémio da República Checa do Mundial de Motociclismo.

Encravado num estádio natural, Brno proporciona uma excelente perspectiva aos espectadores, que desfrutam de uma vista que desce até um vale para, depois, voltar novamente a subir.


Desde princípios do século XX que os arredores de Brno têm sido cenário de diversas populares. No entanto, a história do circuito checo remonta a 1930, momento em que o desenvolvimento do seu traçado ligava várias estradas, como aliás costumava ser habitual nessa época - lembremo-nos de Spa-Francorchamps e de Nurburgring nas suas primeiras "formas" -.

Após a paragem motivada pela Segunda Guerra Mundial, o circuito de Brno, também denominado Masaryk Circuit, retomou a actividade normal em 1949 e um ano mais tarde mais tarde já recebia novamente corridas de motocicletas. Em 1965, o Mundial de Velocidade utilizou pela primeira vez o traçado checo, que voltaria a desaparecer do panorama em 1983 para regressar a partir de 1987, quando o novo e actual traçado entrou em funcionamento. Desde então, e à excepção de 1992, o Mundial tem-no visitado pontualmente todos os anos.

O actual Automotodrom de Brno tem uma extensão total de cerca de 5403 metros, dos quais exactamente 636 metros correspondem à recta principal.
A pista tem uma largura máxima de 15 metros e as suas 15 curvas dividem-se em 7 viragens de esquerda e 8 de direita.
A travagem mais importante ocorre no ângulo de entrada para a primeira curva, imediatamente a seguir à recta da meta.
A zona mista que liga a curva 6 à curva 10, é o ponto mais técnico do circuito checo.
Já a subida que antecede a meta permite "puxar" o máximo das "máquinas".

A extensão do circuito de Brno já foi alterada mais do que uma vez mas sempre no reduzir a sua corda e de a adaptar à "moda" de cada época. O traçado original de 1930 tinha 30 quilómetros, distância que tal como neste artigo já foi citado, era muito frequente nessa mesma época.Essa distância foi encurtada em 1949 para quase metade - 17,8 quilómetros -.
Ainda demasiado longo, em meados da década de 1960 Brno passou a ter 13,9 quilómetros de pista, distância que seria reduzida em três quilómetros em 1970.
Finalmente, a construção do traçado actual deixou a pista checa com os cerca de 5403 metros actuais.

A ampla pista checa permite diversas trajectórias ao longo de um percurso misto e sem fortes travagens, que propicia a negociação das curvas a altas velocidades. As constantes subidas e descidas podem levar alguns pilotos a pensar que estão numa montanha russa.


Brno é considerado um dos traçados mais atraentes de toda a temporada do Mundial de Velocidade.

O Vídeo do Dia

Este de hoje foi enviado pelo amigo Jójó e tem por base um excitante Grande Prémio do Mónaco vencido pelo sueco Ronnie Peterson.




Podem começar a partir de agora a dar as vossas sugestões para o vídeo de amanhã!

MotoGP: Stoner conquista pole na República Checa

É a quarta vez esta época que o australiano alcança o topo da tabela de tempos nos treinos cronometrados!
Casey Stoner (Ducati) está disposto a bater todas as marcas.

O piloto australiano, líder do Mundial de MotoGP con 44 pontos de vantagem sobre Valentino Rossi, conseguiu no circuito de Brno, na República Checa, a quarta 'pole position' da temporada. Stoner fez o tempo de 1.56, 884 minutos, batendo o norte-americano Nicky Hayden, campeão em título, e do espanhol Dani Pedrosa, ambos da Honda.

O italiano Valentino Rossi vai sair da 6.ª posição.


Qualificação:


1. Casey Stoner (Austrália) Ducati, 1:56.884

2. Nicky Hayden (EUA) Honda, 1:57.164

3. Dani Pedrosa (Espanha) Honda, 1:57.179

4. John Hopkins (EUA) Suzuki, 1:57.567

5. Randy de Puniet (França) Kawasaki, 1:57.599

6. Valentino Rossi (Itália) Yamaha, 1:57.640

7. Loris Capirossi (Itália) Ducati, 1:57.665

8. Chris Vermeulen (Austrália) Suzuki, 1:57.699

9. Colin Edwards (EUA) Yamaha, 1:57.702

10. Sylvain Guintoli (França) Yamaha, 1:57.732

John Surtees: «Alonso é débil e petulante»

Antigo campeão ataca piloto espanhol da Vodafone McLaren Mercedes!


John Surtees, atribuiu a Fernando Alonso a culpa da crise que tem afectado a McLaren e que culminou no caricato episódio na qualificação do Grande Prémio da Hungria, quando o piloto espanhol atrasou propositadamente a reentrada em pista impedindo o companheiro de equipa Lewis Hamilton de realizar uma última tentativa de melhorar o tempo.



“Aquela cena que ele protagonizou na Hungria é preocupante para Hamilton, para a equipa e também para a modalidade”, afirmou Surtees, complementando com uma análise psicológica nada favorável ao bicampeão mundial: “A sua petulância torna-o débil. Deveria concentrar-se na sua habilidade como piloto para lutar pelo campeonato. Isso sim dar-lhe-ia força.”

Indiferente às considerações sobre o clima de guerra civil que afecta a escuderia britânica, Alonso manifestou ontem confiança plena na conquista do tri, depois das habituais férias de Agosto (a última corrida realizou-se no dia 5, enquanto a próxima, na Turquia, está agendada para 26). “As férias serviram para recarregar as baterias. Fui segundo em Istambul nas duas últimas épocas e este ano quero melhorar”, referiu o espanhol.


Entretanto, o também espanhol Pedro de la Rosa, actual piloto de testes da McLaren, é apontado como uma das opções mais fortes para a Prodrive, equipa que se estreará na disciplina na próxima temporada.