quinta-feira, 12 de julho de 2007

GP EUA 1991



Um passeio de Ayrton Senna pelas ruas de Phoenix




A cidade de Phoenix (Arizona) preparava-se para receber a Fórmula 1 em vésperas do começo do 42° campeonato do Mundo da categoria máxima do automobilismo mundial.


Ayrton Senna (McLaren), vinha de umas longas férias de quase dois meses delegando assim a tarefa de testar e evoluir o novo Honda V12 ao seu companheiro da equipa, o austríaco Gerhard Berger.




Alain Prost, permanecia na Ferrari após o vice-campeonato obtido em 1990, recebeu a companhia do seu compatriota Jean Alesi, um jovem piloto que vinha da Tyrrell.



O britânico Nigel Mansell, apesar de ter anunciado retirar-se dos grandes palcos da Fórmula 1, aceitava assim a proposta da Williams com a promessa de encontrar um meio mecânico competitivo (o motor Renault consolidava-se aos poucos na Fórmula 1).


O traçado também marcava a estreia de um jovem finlandês chamado Mika Häkkinen, ao comando de um Lotus-Judd, que ingressou na categoria com o apoio do ex-campeão mundial Keke Rosberg.





Filme do Grande Prémio:


Nos treinos, Ayrton obtinha a "pole" com um carro que quase não tinha experimentado/testado antes do Grande Prémio.


Já no dia da corrida a largada foi favorável a Senna, que aos poucos se foi descolando do resto do "pelotão".


Passado pouco tempo de corrida, os seus rivais mais temíveis terminavam as suas participações no Grande Prémio com abandonos: Nigel Mansell desertava por uma avaria mecânica, e Riccardo Patrese (Williams) despistou-se ocasionando o fim da corrida de Roberto Moreno (Benetton), que bateu o carro do italiano.


O estreante Häkkinen partia o motor e Prost, que vinha, entretanto, de uma má operação nas boxes, ganhava lugares e ultrapassava o seu companheiro Alesi e Nelson Piquet (Benetton) com uma manobra espectacular, segurando assim a segunda posição.


Senna vencia assim o primeiro Grande Prémio de 1991 (após esta vitória, viriam outras três em série: Brasil, São Marino e Mónaco), numa temporada onde seria campeão mundial.



"O carro está pronto. Tratei de afastá-lo ao máximo do muro e só tive um problema na caixa de velocidades no final.Os restantes sistemas do carro e componentes, com treinos e testes vão melhorar", disse o brasileiro no final da corrida.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Massa lidera as operações no 2º dia em Spa



O brasileiro da Ferrari, Felipe Massa, liderou as operações num dia em que a chuva apareceu no circuito ao inicio da tarde.



Com o aparecer da chuva, quem aproveitou para dar espectáculo, foi o piloto germânico da Spyker, Adrian Sutil alcançando um excepcional quinto melhor tempo.



Kubica que tão bom andamento tinha revelado ontem (primeiro dia de testes) viu-se hoje a braços com um problema na caixa de velocidades e não foi além da última posição deste segundo dia de sessões!


Kovalainen estreou-se ao volante de um Formula 1 em Spa e diz ter boas memórias do circuito belga de categorias inferiores à Fórmula 1, como a GP2 onde tripulou em 2005!

Tabela de tempos:

1º Massa Ferrari (B) 1:46.698 - 54 voltas

2º Alonso McLaren-Mercedes (B) 1:47.012 - 68 voltas

3º Kovalainen Renault (B) 1:47.754 - 44 voltas

4º R.Schumacher Toyota (B) 1:48.534 - 29 voltas

5º Sutil Spyker-Ferrari (B) 1:48.873 - 49 voltas

6º Coulthard Red Bull-Renault (B) 1:48.915 - 40 voltas

7º Button Honda (B) 1:49.526 - 50 voltas

8º Bourdais Toro Rosso-Ferrari (B) 1:49.732 - 53 voltas

9º Rosberg Williams-Toyota (B) 1:50.295 - 52 voltas

10º Davidson Super Aguri-Honda (B) 1:52.438 - 54 voltas

11º Kubica BMW-Sauber (B) 1:55.155 - 29 voltas

Rossi admite Retirar-se!


O multiplo campeão do Mundo de Motociclismo (MotoGP), o italiano da Yamaha, Valentino Rossi, admite que se retirará dentro de cinco anos, por altura dos seus 32 anos de idade!

"Tenho contrato com a Yamaha até finais de 2008. Logo se verá se continuo na equipa, o que estou certo é que deixarei de pilotar quando tiver completado a época do meu 31º/32º aniversário. Por essa altura procurarei novos objectivos, mas por agora o que verdadeiramente me interessa é alcançar o máximo de títulos possiveis" disse Valentino.


Relembre-se que na presente temporada, temos assistido a um duelo titânico entre Valentino Rossi a Casey Stoner, com o jovem australiano da Ducati a levar a melhor!


GP do Título: 2006


O piloto brasileiro Felipe Massa venceu o GP Brasil de 2006 praticamente de ponta a ponta sem sofrer quase nenhuma pressão dos adversários durante toda a prova, em segundo lugar ficou o espanhol Fernando Alonso que garantiu o título da temporada.




Na tentativa de evitar o 2º título consecutivo de Alonso o alemão Michael Schumacher precisava de vencer a prova e ainda torcer para que ele (Alonso) não fizesse nenhum ponto, por outro lado o espanhol tinha uma tarefa bem menos complicada que era marcar pelo menos 1 ponto.


Antes da Corrida, Michael Schumacher recebeu um troféu do ex-jogador de Futebol Pelé.






Largando apenas na 10ª posição, Michael Schumacher pulou para o quinto lugar em poucas voltas, mas acabou por furar o pneu quando ultrpassou o italiano Giancarlo Fisichella, a consequente paragem nas boxes colocou-o na última posição.Passou então a fazer uma corrida de recuperação, parecia que estava brincar na pista usando o máximo da capacidade do seu Ferrari, após mais uma série de ultrapassagens, inclusive sobre Kimi Raikkonen nas voltas finais, ele terminou a prova numa surpreendente quarta posição, ainda marcou a melhor volta da corrida despediu-se da Fórmula 1 com mais um show de pilotagem.Na terceira posição ficou o inglês Jenson Button que largando no meio da grelha também fez uma excelente prova, superando inclusive o seu companheiro de equipa Rubens Barrichello que largou em quinto mas terminou apenas na sétima posição.


O resultado garantiu também o título de construtores para a escuderia gaulesa, Renault e a despedida de Alonso que na temporada seguinte iria correr pela McLaren.
Fernando Alonso tornava-se o piloto mais jovem a conquistar o bi-campeonato na Fórmula 1 e o oitavo na história, nesta que foi a 23ª vez na história da Fórmula 1 em que o título se decidiu no último Grande Prémio!




No final, Felipe Massa era uma fonte de felecidade, pois tinha devolvido aos brasileiros a alegria de ver um brasileiro vencer em "casa".


Massa que obteve o fim-de-semana perfeito na Fórmula 1, pois para além da vitória obteve a "pole-position", tendo-lhe faltado apenas a volta mais rápida da corrida!




Um grande Prémio para mais tarde recordar devido ao facto de o detentor de maior parte dos recordes se ter retirado - Michael Schumacher - fazendo uma das suas melhores corridas de sempre, uma corrida "a la Schumacher"(Michael).


GP do Título: 2003



Rubens Barrichello, Michael Schumacher e a Ferrari acrescentaram nesse domingo, em Suzuka, no Japão, mais uma página importantíssima na história da Fórmula 1. O dia 12 de outubro de 2003 ficará lembrado pela conquista do inédito sexto título mundial de um dos grandes prodigios da categoria.





Depois da 14ª posição na qualificação, do toque com Takuma Sato no início da corrida e dos sustos no fim do Grande Prémio – durante a batalha com o seu irmão Ralf e com o brasileiro Cristiano da Matta – Michael Schumacher obteve o oitavo lugar e o único ponto que precisava para se sagrar hexacampeão e chegar ao quarto campeonato consecutivo.


O título do alemão, entretanto, já estava garantido graças à excelente actuação do seu companheiro de equipa, o brasileiro, Rubens Barrichello. Barrichello conquistou a vitória do Grande Prémio do Japão e cumpriu o seu papel como escudeiro caso Schumacher não terminasse na zona de pontos.


A principal ameaça ao brasileiro aconteceu no início da corrida, quando Juan Pablo Montoya, da Williams, o ultrapassou e disparou na liderança. Nas voltas seguintes, contudo, o carro do colombiano quebrou e a preocupação de Barrichello passou a ser Fernando Alonso.O piloto da Renault chegou a pressionar Rubens, mas abandonou o Grande Prémio por causa da quebra do motor francês.


A partir daí, Barrichello só perderia a liderança nas voltas em que parou para a troca de pneus e reabastecimento.


Kimi Raikkonen, da McLaren, o único que podia tirar a titulo de Schumacher, fez o que pôde para tentar vencer, mas não tinha carro para isso. Apesar de parar apenas duas vezes nas boxes (os pilotos da Ferrari pararam três), o finlandês não conseguiu diminuir a vantagem de mais de 15 segundos que Barrichello abrira e teve de se contentar com o segundo lugar na corrida e no mundial de pilotos.


O seu companheiro de equipa, David Coulthard, completou o pódio ao fechar a prova na terceira posição.

Sem Jacques Villeneuve, a BAR fez sua melhor corrida da temporada. Jenson Button terminou em quarto e Takuma Sato, na sua estreia como titular na equipa, facturou o sexto lugar na corrida caseira. Entre eles, ficou o italiano Jarno Trulli, da Renault, que largou em último.

Um dos grandes destaques da corrida foi Cristiano da Matta. O brasileiro da Toyota ficou a maior parte da prova entre os quatro primeiros, mas terminou em sétimo, após segurar Schumacher, que vinha em oitavo, no final da prova.


A Ferrari garantiu também um novo recorde da categoria: o de cinco títulos consecutivos de construtores, superando a série de quatro conquistas que dividia com a McLaren – equipa campeã entre 1988 e 1991. A escuderia de Maranello marcou 158 pontos contra 144 da Williams e 142 da McLaren.


E assim foi o final da temporada, uma das mais emocionantes e disputadas dos últimos anos.

Michael Schumacher fechou ano com 93 pontos, dois a mais do que Raikkonen. Montoya foi o terceiro. Com a vitória, a sétima da carreira, Barrichello superou Ralf na classificação e ficou com o quarto lugar da tabela, com 65 pontos.
Resumindo:
Vitória de Barrichello, 6º título para Schumacher, o quarto consecutivo!



terça-feira, 10 de julho de 2007

GP Inglaterra 2003


Estávamos no dia 18 de Julho de 2003 (Sexta-feira) e a Fórmula 1 rumava a Silverstone para aquele que seria um emocionante Grande Prémio que acabou por premiar o brasileiro da Ferrari, Rubens Barrichello.


No Sábado, nos treinos cronometrados, "Rubinho" deu espectáculo e alcançou a "pole-position" com um tempo auspicioso de 1:21.209, colocando Jarno Trulli, em Renault no segundo lugar da grelha de partida e Kimi Raikkonen, em McLaren na terceira posição.

Chegávamos finalmente ao dia da corrida, e tudo apontava para que esta corrida viesse a ser dominada pelo Ferrari de Rubens Barrichello, contudo tal não sucedeu, pelo menos na parte inicial da corrida, em que após a largada o brasileira caiu da primeira para a terceira posiçao, deixando Jarno Trulli no comando da corrida.

Trulli não iria alcançar uma vantagem sinificativa, visto que pela sexta volta, David Coulthard viu um componente do seu McLaren soltar-se, o que segundo os comissários colocava a corrida em risco, o que deu origem à entrada do Safety-Car em pista.

Com a entrada do Safety-Car, Coulthard e os dois pilotos da Toyota (Olivier Panis e Cristiano da Matta) foram às boxes, o que alterou a sua estratégia de corrida já que tinham iniciado a corrida com uma estratégia programada para três paragens para reabastecimento.

Contudo, os problemas não ficaram por este episódio, pois logo de seguida, pela volta doze, um insólito espisódio voltou a repetir-se na Fórmula 1, com um adepto a invadir a pista, em trajes tipicos escoceses, com cartazes a "atacar" o até então presidente da Associação de Pilotos de Inglaterra, o ex-piloto de Fórmula 1, Jackie Stewart, que administrava também o circuito de Silverstone. O adepto, estava precisamente no meio da pista, onde os bólides circulavam a cerca de 200km/h, o que colocou a vida do espectador em risco. O espectador viria a ser detido e levado para interrogatório.Relembre-se que tal episódio, tinha sucedido pela ultima vez em Hockenheim, no Grande Prémio da Alemanha de 2000, o que coincide curiosamente com uma vitória de Rubens Barrichello (nesse Grande Prémio seria a primeira da sua carreira).


Novamente o Safety-car em pista devido ao espectador, mas desta vez iria ter proporções diferentes, visto que, alteraria por completo a táctica dos diferentes pilotos. Barrichello entrou à frente de Michael Schumacher, o que levaria a que o alemão esperrasse pelo final da operação de box do seu colega de equipa, tendo caído para a 15ª posição.



O Safety-Car saiu de pista e na "relargada" o trio da frente era composto exacamente por Coulthard, Da Matta e Panis que tinham optado por parar anteriormente. Em seguida vinham Trulli e Raikkonen, com o finlandês na primeira volta sem Safety-Car a recuperar até ao segundo posto, tendo ultrapassado Trulli, Panis e Da Matta.Em completa recuperação, Rubens Barrichello proporcionou um dos melhores momentos da corrida, quando ultrapassou o Williams de Ralf Schumacher, ascendendo assim para sexto.



Após nova ronda de reabastecimento, Rubens Barrichello e Kimi Raikkonen estavam os dois nas duas primeira posições, com o brasileiro a tentar com todos os seus meios, ultrapassar o finlandês, façanha que Barrichello iria conseguir pela 45ª volta, atacando ferozmente o finlandês, ascendendo assim à primeira posição, posição essa que não largaria mais até ao final da corrida.



No final, Rubens Barrichello subiu ao primeiro lugar do pódio pela primeira vez em 2003 e pela sexta vez na sua carreira, fez soar o hino brasileiro pelas suas "conquistas" na Fórmula 1. Montoya (segundo) e Raikkonen (terceiro) acompanharam o brasileiro no pódio.Pontuaram também, Michael Schumacher que recuperou de 15º para lograr uma quarta posição final; Coulthard foi 5º, Trulli foi 6º, Da Matta 7º e Button terminou o "seu" Grande Prémio em oitavo.







O fim de semana foi perfeito para Rubens Barrichello visto que para além da "pole" e da vitória, o brasileiro alcançou também a volta mais rápida de corrida!

Ecclestone: «Áustria nunca mais»

A1 Ring ficou sem esperanças de poder nos próximos tempos acolher um Grande Prémio de Fórmula 1.




Apesar dos esforços que estão a ser feitos para melhorar o A1 Ring, o detentor dos direitos comerciais da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, sublinhou em declarações ao jornal austríaco "Kleinen Zeitung", que os dias da Áustria acabaram:

"Áustria não, nunca mais. As equipas agora entendem que a Fórmula 1 é um espectáculo automobilístico gigante. E quanto mais pessoas assistirem melhor."



O último GP da Áustria aconteceu em 2003.

Nelson Piquet Jr. na Williams em Nurburgring

Ao que parece, tal como Albers, o austriaco Alex Wurz estará de saída da Williams.



Segundo o jornal espanhol "Marca", Nelson Ângelo Piquet (Piquet Jr.), poderá participar já esta semana nos testes de Spa-Francorchamps , tripulando um dos carros da equipa de Frank Williams, fazendo em Nurburgring, no Grande Prémio da Europa, dupla com o alemão Nico Rosberg.


Recorde-se que Piquet Jr. é piloto da Renault (piloto de testes) e a sua participação em Grandes Prémios com a Williams teria de passar por um acordo com Flavio Briatore.





Depois de Albers, será que é a vez de Wurz dar lugar a pilotos mais jovens e com elevada taxa de progressão e talentosos?

segunda-feira, 9 de julho de 2007

O Filme do Mundo do desporto automóvel

GP Alemanha 2000

Numa temporada emocionante em que a "scuderia" iria, no final regressar aos títulos no Mundial de pilotos, vivia-se em Hockenheim no Hockenheimingring, mais um capitulo do duelo Hakkinen vs Schumacher, em terras do alemão da Ferrari!



Antes da corrida, como é hábito, no Sábado realizaram-se os treinos cronometrados para a corrida, com David Coulthard a alcançar a "pole position" com o tempo de 1:45.697, repartindo a primeira linha da grelha com o alemão da Ferrari, Michael Schumacher.




Chegávamos finalmente ao dia da corrida, com uma forte possibilidade de cair uma forte chuva sobre o circuito durante a corrida, o que colocava cada vez mais emoção e imprevisibilidade na corrida.


A corrida começava, com a McLaren a surpreender Michael Schumacher, pois como David Coulthard largava à frente do alemão teve a oportunidade de lhe "fechar" a trajectória enquanto via o colega de equipa, Mika Hakkinen tomar a dianteira da corrida na primeira curva.Primeira curva essa, que terminou de imediato com a corrida de Michael Schumacher, após o italiano da Benetton, Giancarlo Fisichella lhe ter colidido na asa traseira e de ambos terem acabado na gravilha do circuito.



Mas a corrida continuava e o "show" de Barrichello começava, com o brasileiro a subir de 18º para 5º em nada mais nada menos que cinco voltas.


Depois de ter largado para a corrida com os tanques do depósito bastante vazios e, visto que nesse momento, Barrichello era a única esperança da Ferrari para anular ao máximo Mika Hakkinen no Mundial de Pilotos, a Ferrari, fez parar poucas voltas depois o seu piloto, quando este estava na terceira posição. Barrichello acabou por cair após o reabastecimento para a quinta posição.


Estávamos então na volta 19 desta excitante corrida, quando mais um episódio insólito abalou a Fórmula 1 com um espectador, que segundo rezam as crónicas já teria bebido em demasia, invadiu a pista do circuito, obrigando à entrada do Safety-Car em pista, o que viria a ser bastante útil para Rubens Barrichello que assim começava a ter contacto com o "grupo" da frente da corrida!




Deu-se então a relargada e, nessa mesma volta Pedro Diniz (Sauber) colidiu com Jean Alesi (Prost), originando nova entrada do Safety-Car em pista. Por esta altura já se percebia que a corrida se iria desenrolar sobre um misto de irmpevisibilidade e de espectacularidade.




Durante a estadia do Safety-Car em pista todos os pilotos da frente, à excepção de Barrichello, Frentzen e Zonta pararam para reabastecer e trocar para os pneus intermédios.


O Safety-Car entrava nas boxes, relançando a corrida com Rubens Barrichello, a atacar ferozmente os pilotos que estavam à sua frente, contudo o brasileiro mantinha-se com pneus para piso seco, enquanto que Hakkinen com pneus intermédios lhe ia ganhando cerca de um a dois segundos por volta na fase final da corrida, quando o brasileiro já liderava a corrida.



Contudo, Rubens Barrichello, foi capaz de controlar o ritmo da corrida e a vantagem para o finlandês da McLaren Mercedes, Mika Hakkinen, pois nas últimas cinco voltas já a chuva não pairava com tanta intensidade, o que permitiu a Barrichello manter a sua vantagem na ordem dos nove segundos de avanço para o finlandês.



Assim terminava esta emocionante corrida, com a primeira vitória de Rubens Barrichello em toda a sua carreira na Fórmula 1.Uma vitória fulcal para a Ferrari e Michael Schumacher, pois devido à vitória de Barrichello, o alemão manteria a liderança do Mundial de pilotos à saída da prova germânica.


Acompanharam Rubens Barrichello ao pódio, os dois pilotos da McLaren, com Hakkinen à frente de Coulthard.Já no pódio o piloto brasileiro foi incapaz de conter as lágrimas (de alegria) por esta sua primeira vitória na Fórmula 1!



Foi uma corrida memorável na carreira de Rubens Barrichello, pois numa corrida disputada em condições adversas logrou vencer e efectuou por sua vez a volta mais rápida da corrida ainda em piso seco com o tempo de 1:44.300, a volta do brasileiro seria também a volta recorde em corrida do circuito germânico!